3 motivos para assistir A Nobreza do Amor, na Globo Divulgação Globo

O novo folhetim das seis promete fortes emoções e novidades

Finalmente vem aí! Com estreia marcada para o dia 16 de março, A Nobreza do Amor, criada e escrita por Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes Jr., com colaboração de Alessandro Marson, Dora Castellar, Dione Carlos e Dimas Novais, já teve sua bela abertura divulgada pela Globo no dia 12, ao som de Zumbi, de Jorge Ben Jor. Para lidar com as altas expectativas, a MALU reuniu três motivos para você conferir a trama.

1 – Proposta inovadora

Infelizmente, ainda sabemos pouco sobre como era a vida na África em tempos antigos. Esse continente vastíssimo, com 54 países e uma diversidade imensa de culturas e idiomas, enfrentou — e ainda enfrenta — desafios decorrentes da colonização europeia. Se já é difícil compreender plenamente sua realidade histórica, imaginar um “conto de fadas” africano torna-se ainda mais complexo. É justamente aí que uma novela das seis pode surpreender: trazendo ao público uma narrativa inédita e encantadora.

Os figurinos e maquiagens apresentados até agora são deslumbrantes e fogem do padrão que estamos acostumados a ver na TV. Se tudo correr bem, A Nobreza do Amor pode marcar o início de uma nova era na dramaturgia, com histórias mais ousadas.

Curiosidade histórica: Na novela, Batanga é um reino que lutou por sua independência e prosperou economicamente graças ao tungstênio. Mas você sabia que, na vida real, dois países africanos nunca foram colonizados? São eles: Libéria e Etiópia. A Libéria foi estabelecida como um protetorado americano até sua independência, em 1847, enquanto a Etiópia conseguiu resistir a todas as tentativas de invasão, derrotando a Itália em diferentes momentos da história. Além disso, a Etiópia é considerada uma das civilizações mais antigas do mundo, com mais de 3 mil anos de existência.

2 – Lázaro Ramos (e grande elenco)

Vamos falar a verdade: todo mundo ama o Lázaro Ramos! O eterno Foguinho de Cobras e Lagartos (2006) é, de longe, um dos atores mais carismáticos do país. Ele estava afastado das novelas há alguns anos — sua última participação foi em Elas por Elas (2023). Nos últimos anos, dedicou-se a diferentes projetos, como o longa Medida Provisória (2020), que dirigiu, e o livro Na Nossa Pele: Continuando a Conversa (2025), continuação do best-seller Na Minha Pele (2017), onde compartilhou suas memórias. Agora, retorna em grande estilo para interpretar Jendal, o primeiro vilão de sua carreira. Para quem sentia saudades de Lazinho, esse é o momento!

E ele não está sozinho: Duda Santos assume o papel de protagonista e já mostrou seu talento ao estrelar Garota do Momento (2024), como a mocinha Beatriz. De elenco já estamos bem servidos.

3 – As novelas das seis não costumam decepcionar

Já reparou que são as novelas das seis as responsáveis por algumas das tramas mais inventivas da Globo? Ao longo dos anos, surgiram histórias “diferentonas” que continuam queridas pelo público, como Meu Pedacinho de Chão (2014) e Cordel Encantado (2010) e sucessos recentes, como Garota do Momento (2024), que praticamente sustentou a emissora durante a crise de audiência no horário nobre.

Isso não é coincidência: o público dessa faixa costuma ser mais receptivo a propostas diferentes, o que explica a frequência de tramas de época. A atual Êta Mundo Melhor!, por exemplo, é uma continuação direta de Êta Mundo Bão! (2016), ambientada nos anos 1920. Se você está cansado de histórias repetitivas, é justamente na novela das seis que costuma surgir a inovação. Vamos torcer para A Nobreza do Amor acertar também!


Ana Carvalho

Repórter de revista e portal na Editora Alto Astral. Bacharela em jornalismo e pós-graduada em Comunicação e Mídia pela Universidade...