Encerramento da era Fragmentos teve audiovisual especial, e cantora dá as boas-vindas à fase expansiva
O início de outubro foi emocionante para Ludmilla. Ao lado dos fãs, a cantora encerrou a era de Fragmentos — álbum fortemente inspirado no R&B lançado em 2025 — em grande estilo: salas de cinema de São Paulo e do Rio de Janeiro receberam a estreia do audiovisual Fragmentos – A Experiência Ao Vivo, que reuniu sucessos e deu uma prévia de seu próximo projeto, Fervo da Lud, voltado para o Carnaval e o verão.

Com exclusividade à MALU, a cantora fala sobre esse novo momento e os próximos passos da carreira. Confira!
Sua carreira está passando por diversas mudanças: novo EP, nova gravadora… O que os fãs podem esperar desta nova era?
“Podem esperar uma Ludmilla muito livre e com muita vontade de fazer acontecer. Fragmentos foi uma fase mais íntima, em que olhei muito para dentro. Agora, o movimento é outro. O Fervo da Lud vem com uma energia mais expansiva, de festa, de palco, de dança e de encontro com o público. E não é só um EP: a gente está construindo uma experiência em torno desse projeto; então, quero que as pessoas sintam que estão fazendo parte dessa nova fase comigo.”
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Tem alguma das novas músicas que está mais animada para o público escutar?
“Tem algumas que estou muito ansiosa para mostrar, mas ainda não vou entregar minhas favoritas [risos]. O que posso dizer é que estou muito feliz com o repertório como um todo. Estou em uma fase em que tenho vontade de experimentar, misturar minhas referências e, principalmente, fazer música que me dê vontade de cantar e que faça as pessoas quererem cantar junto. Então, vai ter surpresa.”
Qual foi a sua inspiração por trás do novo EP?
“A inspiração veio muito deste momento em que estou vivendo. Depois de uma fase tão voltada para dentro como foi Fragmentos, eu estava com vontade de colocar essa energia para fora. O Fervo da Lud tem a ver com movimento, liberdade, celebração e com todas as referências que construíram a minha identidade musical. O funk é minha raiz, o pagode faz parte da minha história, o R&B sempre esteve comigo… Então, eu quis me permitir misturar tudo isso e não ficar presa a uma definição. A inspiração principal foi essa vontade de fazer o que estou com vontade de fazer agora.”
Você tem feito shows fora do Brasil e parcerias internacionais. Como tem sido levar sua música e a cultura brasileira para o exterior?
“É muito especial perceber que uma música que nasceu no Brasil consegue atravessar fronteiras e chegar a pessoas que, muitas vezes, nem falam português. E eu gosto muito de levar a nossa cultura comigo, principalmente o funk, que é uma expressão tão brasileira e tem uma identidade muito forte. O desafio é justamente fazer essa conexão acontecer sem perder a nossa essência. Mas a música tem esse poder: mesmo quando a pessoa não entende todas as palavras, ela entende a energia, o ritmo e a emoção. E ver isso acontecendo fora do Brasil é uma sensação muito especial.”