Pedro tem transtorno e matou Arthur? E quem tirou a vida de Francesca? Conheça as teorias!
Fãs de Quem Ama Cuida encontram nas redes sociais um oceano de teorias – algumas bem criativas! – sobre a trama. Muitas delas discutem a identidade do verdadeiro assassino de Arthur Brandão (Antonio Fagundes). Afinal, quem atingiu mortalmente a cabeça do empresário com um candelabro e, na sequência, o arremessou da sacada? Conheça algumas hipóteses capazes de movimentar a trama de Walcyr Carrasco e Claudia Souto!

1 – Pedro tem dupla personalidade
À primeira vista, Pedro (Chay Suede) é um cidadão acima de qualquer suspeita: idealista, íntegro, afetuoso e generoso, certo? Porém, em determinados momentos, ele poderia dar vazão a uma personalidade bem diferente: fria, calculista e bastante agressiva. Na psiquiatria, o nome desse distúrbio é transtorno dissociativo de personalidade. É o que afeta Kevin (James McAvoy), personagem do filme Fragmentado (2016).
De acordo com essa teoria, quem matou Arthur foi Pedro. O motivo: o jovem advogado teria surtado ao descobrir que sua amada, Adriana (Leticia Colin), iria se casar com seu padrinho. Frente a esse estresse agudo, a personalidade vilã, dominada pelo ciúme, teria assumido o controle para atacar o milionário.
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O detalhe é que Pedro não tem consciência disso, porque, quando uma personalidade diferente da original se manifesta, ocorre perda de memória. Agora, a cereja do bolo: Ademir (Dan Stulbach) viu tudo. E só decidiu responsabilizar Adriana pelo crime para que seu filho permanecesse impune. Nesse caso, Ademir sabe que Pedro sofre de um transtorno, mas nunca dividiu essa informação com ninguém.
2 – Pilar foi quem matou Francesca
Fernando (Pedro Alves) não seria neto de Diná (Rosi Campos), e sim filho de Francesca (Nathalia Dill) e Arthur. Segundo essa teoria, a cozinheira teria tido um caso com o patrão, engravidando dele. Esse episódio acabou chamando a atenção de Pilar (Isabel Teixeira), que ficou incomodada com a chegada de um novo herdeiro, uma vez que Heitor (Renato Góes) já era dado como morto.
Por isso, ela pagou Diná para sumir com o bebê depois do parto. Assim, coube à governanta mentir aos pais que o recém-nascido não havia sobrevivido. Além da ajuda financeira, Diná topou a manobra suja para se vingar da cozinheira, de quem sempre sentiu ciúme. Depois, a funcionária de Pilar acabou se afeiçoando a Fernando, e até inventado a história de que é avó dele.
Essa teoria aponta que, na metade dos anos 2000, Francesca descobriu a farsa e exigiu a devolução do filho, comunicando Diná que a denunciaria às autoridades. Para não enfrentar a Justiça, caso a verdade viesse à tona e a governanta a acusasse de participação no crime, Pilar decidiu se livrar da mãe de Joel (Ricardo Teodoro).
3 – Heitor é o verdadeiro culpado
Para muitos noveleiros, Heitor (Renato Góes) não voltou ao Brasil para descobrir quem matou seu pai. Na verdade, ele quer acompanhar de perto a reabertura do processo que condenou injustamente Adriana para garantir que nada respingue nele. Isso porque, segundo essa teoria, o rapaz seria o assassino.
O que embasa primeiramente essa hipótese são os conflitos que sempre marcaram a relação entre pai e filho. E se Heitor resolveu eliminar o pai no dia do casamento dele para elevar o número de suspeitos, uma vez que a residência estava lotada de convidados? Ele pode ter esperado do lado de fora do apartamento até se certificar de que o magnata estaria sozinho após a festa?
É possível que Heitor tenha agido em conluio com Diná, sua verdadeira mãe, que sempre soube que ele estava vivo? Talvez, a governanta tenha avisado o rapaz que o ricaço se casaria e que, portanto, ele perderia toda a fortuna, uma vez que a beneficiada seria a fisioterapeuta. Isso o motivou a voltar ao Brasil antes do planejado para cometer o crime e sumir em seguida até a poeira baixar.
No entanto, com a comprovação da inocência de Adriana em curso, Heitor resolveu antecipar seu regresso. Agora, seu objetivo é outro: aliar-se à madrasta e ao namorado dela para fingir que é um bom moço e, nesse meio-tempo, encontrar outra pessoa para incriminar.